domingo, 16 de agosto de 2026

PREFEITURA DE NITERÓI - Clin amplia programa de coleta seletiva com novos moloks

PREFEITURA DE NITERÓI
COORDENADORIA GERAL DE COMUNICAÇÃO


Clin amplia programa de coleta seletiva com novos moloks 

Iniciativa amplia o Clin Comunidade Sustentável e chega a 66 contêineres semienterrados instalados em 29 pontos de Niterói

 

16/08/2026A Prefeitura de Niterói fez a ampliação do Clin Comunidade Sustentável, uma das modalidades de coleta seletiva da cidade e pioneira em diferentes territórios de Niterói. A iniciativa chegou à parte alta do Bairro de Fátima. Depois do Caramujo, a região recebeu novos moloks — contêineres semienterrados que facilitam o descarte adequado de resíduos e contribuem para manter as comunidades mais limpas e organizadas. Com os novos equipamentos, a coleta seletiva de Niterói passa a contar com 66 moloks distribuídos em 29 pontos. Os contêineres têm capacidade de três ou cinco metros cúbicos, o equivalente a 12 ou 21 contêineres convencionais de 240 litros, respectivamente.

Para o presidente da Clin, Acílio Borges, a iniciativa une sustentabilidade, melhoria da limpeza urbana e qualidade de vida. “Uma das nossas prioridades é estimular ações sustentáveis para a nossa comunidade, promovendo ambientes mais limpos e saudáveis. Avançar no Clin Comunidade Sustentável melhora o acondicionamento de resíduos e amplia as possibilidades de coleta seletiva. Faz diferença na rotina das pessoas: menos resíduos espalhados pelas ruas, mais cuidado com o ambiente urbano e uma nova forma de pensar a limpeza como parte da qualidade de vida. Ao investir em soluções como os moloks, estamos falando não apenas de tecnologia ou infraestrutura, mas de cuidar das pessoas e dos lugares”, afirmou Acílio Borges.

Identificados pelas cores marrom, para resíduos orgânicos, e azul, para materiais recicláveis secos, os moloks possuem sistema hermético, que impede a entrada de água da chuva. A solução permite o armazenamento adequado dos resíduos e contribui para a melhoria da limpeza urbana.

No Bairro de Fátima, a novidade já é percebida pelos moradores. Cristiane Silva, de 52 anos, auxiliar de serviços gerais, secretária da Associação de Moradores de Fátima e moradora da região há 33 anos, destaca a localização do novo ponto. “Os novos moloks são bons porque foram colocados no alto da comunidade, onde era difícil para os moradores fazerem o descarte de resíduos, além dos animais que ficavam no local. Agora, este ponto será muito benéfico para toda a nossa comunidade”, disse Cristiane.

O porteiro Marlon dos Santos Vitório, de 31 anos, que mora há 13 anos no Bairro de Fátima, também aprovou a iniciativa. “Melhora muito a organização da nossa comunidade e diminui o lixo espalhado, inclusive por animais. Estou muito satisfeito”, destacou Marlon.

Coleta seletiva - Criado em 2020, o Clin Comunidade Sustentável atende comunidades como Zulu, Buraco do Boi, Atalaia, Várzea das Moças, Ititioca, Chácara/Arroz, Jacaré, Maceió, Caramujo, Bairro de Fátima, Sapê, Cantagalo, Cascarejo, Preventório, Tenente Osório, Bumba, Vila Ipiranga, Santo Cristo, Bonfim e Vital Brazil.

Pioneira na implantação da coleta seletiva em larga escala, Niterói oferece diferentes modalidades de coleta em todo o município como Porta a Porta, Pontos de Entrega Voluntária e Recicla Niterói, entre outras, incluindo o Clin Comunidade Sustentável.

Em 2025, a Clin recolheu 6.583,14 toneladas de resíduos recicláveis, o equivalente a 5,1% do total de resíduos coletados na cidade. Em 2026, a Companhia também passou a contabilizar os materiais recicláveis recolhidos por outras empresas que atuam no município.

Niterói mantém, há dez anos, a primeira colocação no Estado do Rio de Janeiro no Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU).

Todos os locais de descarte de recicláveis podem ser consultados no mapa interativo disponível no site da Clin, na seção “Como Reciclar em Niterói”, e também no Sistema de Gestão da Geoinformação (SIGeo) da Prefeitura de Niterói.

Informações adicionais podem ser obtidas pelo Fale Conosco da Clin, pelos telefones 0800 367 9100 e (21) 99753-1952, que também atende via WhatsApp.

 

Fotos: Divulgação

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PREFEITURA DE NITERÓI - Terceiro dia da FLIN 2026 tem palestra de Rodrigo Neves e participação de grandes nomes da cultura contemporânea brasileira


PREFEITURA DE NITERÓI

COORDENADORIA GERAL DE COMUNICAÇÃO

Terceiro dia da FLIN 2026 tem palestra de Rodrigo Neves e participação de grandes nomes da cultura contemporânea brasileira

Prefeito de Niterói falou sobre os 50 anos da fusão do Estado do Rio. Público acompanhou discussões sobre vários temas com a presença de Conceição Evaristo, Luiz Antônio Simas, Ana Paula Araújo, Fabricio Carpinejar e outras personalidades



16/08/2026 - O terceiro dia da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN 2026) movimentou a cidade, neste sábado (15), com debates diversos de relevância social e cultural. A programação reuniu grandes nomes da literatura e do pensamento brasileiro, como a escritora Conceição Evaristo, o historiador Luiz Antônio Simas, a jornalista Ana Paula Araújo, o poeta e cronista Fabrício Carpinejar, o sociólogo Jessé Souza, entre outros. O público acompanhou discussões sobre a história do Estado do Rio de Janeiro, violência de gênero, cultura popular, criação literária e outros temas.

 

Um dos destaques foi a mesa sobre a "Fusão Autoritária e o Futuro do Rio de Janeiro", com a participação do prefeito Rodrigo Neves e do cientista político Christian Lynch. Durante o encontro, o prefeito e Lynch analisaram os impactos da união dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, ocorrida em 1975 durante a ditadura militar, ressaltando que a medida foi imposta sem consulta popular e provocou o esvaziamento político e econômico de Niterói, além de promover um apagamento da memória e da identidade fluminense. 

 

“Niterói não ficou chorando pelos cantos e se reinventou. E, se Niterói deixou de ser a capital do estado do Rio, hoje ela é a capital da boa gestão, da democracia e da qualidade de vida do país. Não tenho dúvida que esse modelo de Niterói é replicável. É preciso trabalhar com evidências, com planejamento, fazer tudo ao contrário do que foi feito no Rio de Janeiro. Se a gente quer construir uma resposta à crise do Rio, a gente precisa reafirmar, resgatar essa identidade da capital, mas pensar o Rio especialmente a partir da Região Metropolitana”, destacou Rodrigo Neves.

 

Christian Lynch contextualizou a fusão como uma decisão autoritária imposta pelo governo federal que resultou no esvaziamento econômico e político de Niterói e provocou uma "carioquização" da memória regional em detrimento da identidade fluminense. 

 

“A fusão foi um ato de império da ditadura militar. A gente só consegue perceber esses efeitos estranhos quando comparados com outros estados. Niterói tem uma história própria, tem uma identidade própria. Ela não é carioca. É uma outra coisa. Essa identidade fluminense, não carioca, é bastante delimitada. Acho que ainda é Niterói. Niterói não é a zona leste do Rio de Janeiro”, reforçou Lynch.

 

A programação de debates no sábado começou com a jornalista Ana Paula Araújo, que discutiu a violência de gênero a partir de seus livros-reportagem "Abuso" e "Agressão". Ela destacou a importância de dar voz às vítimas, combater a culpabilização das mulheres e ampliar o debate sobre as diferentes formas de violência de gênero.

“A gente acaba ensinando que elas têm que se cercear, perder a liberdade em uma série de coisas para se proteger. O pior é que não adianta. A gente vê que, a vida inteira, continuamos muito expostas. Não se trata de obrigar ninguém a denunciar, mas de proporcionar a possibilidade de falar, de dar espaço para que uma vítima consiga falar, consiga ser ouvida e consiga não ser julgada”, explicou a jornalista.

 

Já o historiador Luiz Antônio Simas ministrou palestra sobre a rua como espaço de cultura, encontro e reexistência. Simas pontuou que manifestações populares como o carnaval, o futebol de várzea e as religiosidades tradicionais desafiam os processos históricos de exclusão e violência urbana no Brasil, funcionando como redes fundamentais de pertencimento e preservação de saberes coletivos. 

 

“Sou um historiador da afirmação da vida diante da morte. Vejo, por exemplo, nas culturas de festa, a reconstrução possível de modos coletivos que foram destroçados pela violência da experiência histórica brasileira. A gente faz festa não porque a vida seja boa, mas pela razão inversa. Não é boa. E aí como é que você lida com isso? Festeja”, afirmou Simas. 

 

A literatura e a memória também emocionaram o público no Palco Territórios durante a mesa "Escreviventes", com a consagrada escritora Conceição Evaristo e a autora Eliana Alves Cruz. Conceição revisitou a infância e homenageou a sabedoria das mulheres de sua família, destacando o afeto, a curiosidade e o acesso à educação como pilares de sua trajetória. As autoras reafirmaram a escrita como um poderoso instrumento de resistência, identidade e valorização das vivências negras e femininas na literatura brasileira. 

 

“Hoje, olhando para trás, penso que as mulheres da minha família, sem sombra de dúvida, foram elas, na sabedoria delas, sem nenhum diploma, que me trouxeram até aquilo que sou. Talvez o que eu conservo da infância é a curiosidade. Fui uma criança muito insistente. Queria saber de tudo. A possibilidade de morar com a minha tia, que era menos pobre do que minha mãe, me deu a possibilidade de parar para estudar. Essa foi uma virada fundamental na minha vida”, relembrou Conceição Evaristo.

 

O poeta e cronista Fabrício Carpinejar atraiu o público com a palestra “Transformação pelo afeto: que ninguém seja invisível ao seu lado”. Carpinejar compartilhou histórias sobre afeto, autoconhecimento e a importância de enxergar o outro.

 

Ao longo do sábado, a FLIN ofereceu atrações para diversos públicos. O Espaço Nikitinhos recebeu contação de histórias e o encontro dos criadores da série infanto juvenil "As Aventuras de Mike", Gabriel Dearo e Manu Digilio. Em outro espaço, a Arena FLIN, houve debate sobre colecionismo e acervos literários com João Almino e Antônio Carlos Secchin, além de um painel sobre o acolhimento ao luto. A Sala Nelson abrigou a palestra do sociólogo Jessé Souza sobre os desafios da reparação histórica e um debate com Fátima Guedes e Teresa Cristina sobre a autoria feminina na música popular brasileira. Painéis sobre representatividade na dramaturgia e diversidade LGBTQIAP+ também mobilizaram os presentes. 

 

A programação noturna foi encerrada com atrações culturais, incluindo encontros de poesia com Igor Pires e Pedro Salomão, debate sobre processos criativos e humor com Marcelo Adnet e Edu Krieger, o tradicional Sarau Corujão da Poesia e a aguardada Batalha do Conhecimento, comandada por MC Marechal e Leall no Palco Lélia Gonzalez, celebrando o hip-hop com rimas focadas em consciência social, política e cultural. 

 

A FLIN 2026 chega ao fim neste domingo (16) com uma grande celebração da literatura e das artes. O grande destaque do encerramento será a participação da atriz e escritora Fernanda Torres. Realizada pela Prefeitura de Niterói por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), a edição deste ano tem como tema "Territórios das Palavras" e homenageia a antropóloga e ativista Lélia Gonzalez. Toda a programação é totalmente gratuita e aberta ao público, consolidando o evento como um dos maiores e mais importantes festivais literários do país.

Fotos: Lucas Benevides e Claudio Fernandes

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sábado, 15 de agosto de 2026

PREFEITURA DE NITERÓI - Terceiro dia da FLIN 2026 tem palestra de Rodrigo Neves e participação de grandes nomes da cultura contemporânea brasileira

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Terceiro dia da FLIN 2026 tem palestra de Rodrigo Neves e participação de grandes nomes da cultura contemporânea brasileira

 

Prefeito de Niterói falou sobre os 50 anos da fusão do Estado do Rio. Público acompanhou discussões sobre vários temas com a presença de Conceição Evaristo, Luiz Antônio Simas, Ana Paula Araújo, Fabricio Carpinejar e outras personalidades



15/08/2026 - O terceiro dia da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN 2026) movimentou a cidade, neste sábado (15), com debates diversos de relevância social e cultural. A programação reuniu grandes nomes da literatura e do pensamento brasileiro, como a escritora Conceição Evaristo, o historiador Luiz Antônio Simas, a jornalista Ana Paula Araújo, o poeta e cronista Fabrício Carpinejar, o sociólogo Jessé Souza, entre outros. O público acompanhou discussões sobre a história do Estado do Rio de Janeiro, violência de gênero, cultura popular, criação literária e outros temas.

 

Um dos destaques foi a mesa sobre a "Fusão Autoritária e o Futuro do Rio de Janeiro", com a participação do prefeito Rodrigo Neves e do cientista político Christian Lynch. Durante o encontro, o prefeito e Lynch analisaram os impactos da união dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, ocorrida em 1975 durante a ditadura militar, ressaltando que a medida foi imposta sem consulta popular e provocou o esvaziamento político e econômico de Niterói, além de promover um apagamento da memória e da identidade fluminense. 

 

“Niterói não ficou chorando pelos cantos e se reinventou. E, se Niterói deixou de ser a capital do estado do Rio, hoje ela é a capital da boa gestão, da democracia e da qualidade de vida do país. Não tenho dúvida que esse modelo de Niterói é replicável. É preciso trabalhar com evidências, com planejamento, fazer tudo ao contrário do que foi feito no Rio de Janeiro. Se a gente quer construir uma resposta à crise do Rio, a gente precisa reafirmar, resgatar essa identidade da capital, mas pensar o Rio especialmente a partir da Região Metropolitana”, destacou Rodrigo Neves.

 

Christian Lynch contextualizou a fusão como uma decisão autoritária imposta pelo governo federal que resultou no esvaziamento econômico e político de Niterói e provocou uma "carioquização" da memória regional em detrimento da identidade fluminense. 

 

“A fusão foi um ato de império da ditadura militar. A gente só consegue perceber esses efeitos estranhos quando comparados com outros estados. Niterói tem uma história própria, tem uma identidade própria. Ela não é carioca. É uma outra coisa. Essa identidade fluminense, não carioca, é bastante delimitada. Acho que ainda é Niterói. Niterói não é a zona leste do Rio de Janeiro”, reforçou Lynch.

 

A programação de debates no sábado começou com a jornalista Ana Paula Araújo, que discutiu a violência de gênero a partir de seus livros-reportagem "Abuso" e "Agressão". Ela destacou a importância de dar voz às vítimas, combater a culpabilização das mulheres e ampliar o debate sobre as diferentes formas de violência de gênero.

“A gente acaba ensinando que elas têm que se cercear, perder a liberdade em uma série de coisas para se proteger. O pior é que não adianta. A gente vê que, a vida inteira, continuamos muito expostas. Não se trata de obrigar ninguém a denunciar, mas de proporcionar a possibilidade de falar, de dar espaço para que uma vítima consiga falar, consiga ser ouvida e consiga não ser julgada”, explicou a jornalista.

 

Já o historiador Luiz Antônio Simas ministrou palestra sobre a rua como espaço de cultura, encontro e reexistência. Simas pontuou que manifestações populares como o carnaval, o futebol de várzea e as religiosidades tradicionais desafiam os processos históricos de exclusão e violência urbana no Brasil, funcionando como redes fundamentais de pertencimento e preservação de saberes coletivos. 

 

“Sou um historiador da afirmação da vida diante da morte. Vejo, por exemplo, nas culturas de festa, a reconstrução possível de modos coletivos que foram destroçados pela violência da experiência histórica brasileira. A gente faz festa não porque a vida seja boa, mas pela razão inversa. Não é boa. E aí como é que você lida com isso? Festeja”, afirmou Simas. 

 

A literatura e a memória também emocionaram o público no Palco Territórios durante a mesa "Escreviventes", com a consagrada escritora Conceição Evaristo e a autora Eliana Alves Cruz. Conceição revisitou a infância e homenageou a sabedoria das mulheres de sua família, destacando o afeto, a curiosidade e o acesso à educação como pilares de sua trajetória. As autoras reafirmaram a escrita como um poderoso instrumento de resistência, identidade e valorização das vivências negras e femininas na literatura brasileira. 

 

“Hoje, olhando para trás, penso que as mulheres da minha família, sem sombra de dúvida, foram elas, na sabedoria delas, sem nenhum diploma, que me trouxeram até aquilo que sou. Talvez o que eu conservo da infância é a curiosidade. Fui uma criança muito insistente. Queria saber de tudo. A possibilidade de morar com a minha tia, que era menos pobre do que minha mãe, me deu a possibilidade de parar para estudar. Essa foi uma virada fundamental na minha vida”, relembrou Conceição Evaristo.

 

O poeta e cronista Fabrício Carpinejar atraiu o público com a palestra “Transformação pelo afeto: que ninguém seja invisível ao seu lado”. Carpinejar compartilhou histórias sobre afeto, autoconhecimento e a importância de enxergar o outro.

 

Ao longo do sábado, a FLIN ofereceu atrações para diversos públicos. O Espaço Nikitinhos recebeu contação de histórias e o encontro dos criadores da série infanto juvenil "As Aventuras de Mike", Gabriel Dearo e Manu Digilio. Em outro espaço, a Arena FLIN, houve debate sobre colecionismo e acervos literários com João Almino e Antônio Carlos Secchin, além de um painel sobre o acolhimento ao luto. A Sala Nelson abrigou a palestra do sociólogo Jessé Souza sobre os desafios da reparação histórica e um debate com Fátima Guedes e Teresa Cristina sobre a autoria feminina na música popular brasileira. Painéis sobre representatividade na dramaturgia e diversidade LGBTQIAP+ também mobilizaram os presentes. 

 

A programação noturna foi encerrada com atrações culturais, incluindo encontros de poesia com Igor Pires e Pedro Salomão, debate sobre processos criativos e humor com Marcelo Adnet e Edu Krieger, o tradicional Sarau Corujão da Poesia e a aguardada Batalha do Conhecimento, comandada por MC Marechal e Leall no Palco Lélia Gonzalez, celebrando o hip-hop com rimas focadas em consciência social, política e cultural. 

 

A FLIN 2026 chega ao fim neste domingo (16) com uma grande celebração da literatura e das artes. O grande destaque do encerramento será a participação da atriz e escritora Fernanda Torres. Realizada pela Prefeitura de Niterói por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), a edição deste ano tem como tema "Territórios das Palavras" e homenageia a antropóloga e ativista Lélia Gonzalez. Toda a programação é totalmente gratuita e aberta ao público, consolidando o evento como um dos maiores e mais importantes festivais literários do país.

 

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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Vale - PREFEITURA DE NITERÓI- Seop segue intensificando ações contra atuação irregular de flanelinhas em Niterói


  

PREFEITURA DE NITERÓI

COORDENADORIA GERAL DE COMUNICAÇÃO


Seop segue intensificando ações contra atuação irregular de flanelinhas em Niterói

 

Fiscalização desta sexta-feira em Icaraí deu continuidade a uma série de operações realizadas nos últimos dias em diferentes regiões da cidade

 

14- 08-2026 A Prefeitura de Niterói segue intensificando as ações de fiscalização e ordenamento para coibir a atuação irregular de guardadores de veículos em diferentes pontos da cidade. Nesta sexta-feira (14), dando continuidade às operações realizadas ao longo da última semana, equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) atuaram em Icaraí, no cruzamento da Rua Presidente Backer com a Rua Doutor Tavares de Macedo, e no Centro da cidade, com apoio de monitoramento aéreo por drones.

A ação contou com a Divisão de Aeronaves Não Tripuladas (DANT), da Seop, que realizou o monitoramento aéreo para apoiar as equipes em solo no combate ao exercício irregular da atividade de guardador de veículos. Por meio dos drones, a DANT amplia a capacidade de observação do perímetro, auxiliando na identificação e no acompanhamento de possíveis pontos de atuação irregular e no direcionamento das equipes durante as abordagens e fiscalizações.

Nos últimos dias, outras operações foram realizadas em diferentes regiões do município. No sábado passado, dia 8 de agosto, uma fiscalização específica contra a atuação irregular de guardadores de veículos percorreu áreas do Centro, Cantareira, Icaraí e São Francisco, também com equipes em solo e apoio do monitoramento aéreo da DANT.

  Nesta sexta-feira (14), durante o monitoramento, foram constatados indivíduos exercendo a atividade de guardador de veículos nas ruas Aurelino Leal e XV de Novembro, na Cantareira e em vias próximas. As informações foram imediatamente repassadas às equipes em solo para a adoção das providências cabíveis.  

No Centro, os agentes identificaram atuação irregular e apreenderam um colete refletivo utilizado na atividade, além de uma cadeira colocada em via pública para reservar indevidamente uma vaga de estacionamento. Os envolvidos foram abordados, identificados e submetidos aos procedimentos de consulta realizados pelas equipes.

Em São Francisco, outros indivíduos foram encontrados exercendo irregularmente a atividade de guardador de veículos. Eles foram abordados e identificados e, como não foram constatadas pendências criminais naquele momento, a atividade irregular foi imediatamente interrompida. A operação também percorreu ruas de Icaraí, com equipes posicionadas em solo e monitoramento aéreo.

As operações são realizadas em dias e horários definidos a partir do acompanhamento permanente das áreas, das denúncias recebidas da população e da identificação dos pontos de maior incidência.

A atividade de guardador autônomo de veículos é prevista pela legislação federal, mas seu exercício depende do cumprimento das exigências legais de registro. A Lei Federal nº 6.242/1975 estabelece regras para o exercício da profissão de guardador e lavador autônomo de veículos, posteriormente regulamentada pelo Decreto Federal nº 79.797/1977.

A fiscalização municipal atua para impedir a ocupação irregular do espaço público e coibir abordagens ou cobranças realizadas à margem das normas aplicáveis. A Seop seguirá intensificando as operações em diferentes regiões de Niterói.

  As operações de fiscalização são programadas para os dias, horários e locais de maior incidência. A população também pode denunciar situações pelo telefone 153. Nesses casos, uma viatura é acionada para verificar a ocorrência. Embora as operações sejam planejadas previamente, o atendimento às demandas recebidas pelo 153 funciona 24 horas por dia.  
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Fiscalização desta sexta-feira em Icaraí deu continuidade a uma série de operações realizadas nos últimos dias em diferentes regiões da cidade

 

14- 08-2026 A Prefeitura de Niterói segue intensificando as ações de fiscalização e ordenamento para coibir a atuação irregular de guardadores de veículos em diferentes pontos da cidade. Nesta sexta-feira (14), dando continuidade às operações realizadas ao longo da última semana, equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) atuaram em Icaraí, no cruzamento da Rua Presidente Backer com a Rua Doutor Tavares de Macedo, e no Centro da cidade, com apoio de monitoramento aéreo por drones.

A ação contou com a Divisão de Aeronaves Não Tripuladas (DANT), da Seop, que realizou o monitoramento aéreo para apoiar as equipes em solo no combate ao exercício irregular da atividade de guardador de veículos. Por meio dos drones, a DANT amplia a capacidade de observação do perímetro, auxiliando na identificação e no acompanhamento de possíveis pontos de atuação irregular e no direcionamento das equipes durante as abordagens e fiscalizações.

Nos últimos dias, outras operações foram realizadas em diferentes regiões do município. No sábado passado, dia 8 de agosto, uma fiscalização específica contra a atuação irregular de guardadores de veículos percorreu áreas do Centro, Cantareira, Icaraí e São Francisco, também com equipes em solo e apoio do monitoramento aéreo da DANT.

No Centro, os agentes identificaram atuação irregular e apreenderam um colete refletivo utilizado na atividade, além de uma cadeira colocada em via pública para reservar indevidamente uma vaga de estacionamento. Os envolvidos foram abordados, identificados e submetidos aos procedimentos de consulta realizados pelas equipes.

Em São Francisco, outros indivíduos foram encontrados exercendo irregularmente a atividade de guardador de veículos. Eles foram abordados e identificados e, como não foram constatadas pendências criminais naquele momento, a atividade irregular foi imediatamente interrompida. A operação também percorreu ruas de Icaraí, com equipes posicionadas em solo e monitoramento aéreo.

As operações são realizadas em dias e horários definidos a partir do acompanhamento permanente das áreas, das denúncias recebidas da população e da identificação dos pontos de maior incidência.

A atividade de guardador autônomo de veículos é prevista pela legislação federal, mas seu exercício depende do cumprimento das exigências legais de registro. A Lei Federal nº 6.242/1975 estabelece regras para o exercício da profissão de guardador e lavador autônomo de veículos, posteriormente regulamentada pelo Decreto Federal nº 79.797/1977.

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